Me deparo
numa guerra,
contra sonhos assassinos,
aliados
aos dias de medo,
montados,
numa cavalaria
de dor e perda,
esquartejando esperanças,
batendo de frente,
a minha armadura
de confiança e motivação
forçando-me a lutar
de olhos fechados.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Bloco doentio
Vira-Latas rendidos,
correm atrás
do frigorífico móvel.
Vacas empalhadas,
cospem sangue
na cabeça
dos vampiros
com presas de pólvora
e copos vazios.
No camarote do inferno,
a elite soberba
aprecia as rinhas
cantarolando orgias
Machões
rolam ao chão,
engolindo pelos púbis,
testosterona,
suor alcoolatra.
Enchem a barriga
de regressão,
enlatando-se em muros
pra não dar trabalho
ao comércio da morte.
correm atrás
do frigorífico móvel.
Vacas empalhadas,
cospem sangue
na cabeça
dos vampiros
com presas de pólvora
e copos vazios.
No camarote do inferno,
a elite soberba
aprecia as rinhas
cantarolando orgias
Machões
rolam ao chão,
engolindo pelos púbis,
testosterona,
suor alcoolatra.
Enchem a barriga
de regressão,
enlatando-se em muros
pra não dar trabalho
ao comércio da morte.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Ruínas
Minutos de desordem,
Segundos agonizantes,
que são eternidade.
No pulso,
apenas o nada.
o olho enxerga,
e mesmo assim
finge ser
o vidente da vida.
A bala,
cheia de certeza.
O passo
que ja é o amanhã.
e o futuro
que está neste verso.
Segundos agonizantes,
que são eternidade.
No pulso,
apenas o nada.
o olho enxerga,
e mesmo assim
finge ser
o vidente da vida.
A bala,
cheia de certeza.
O passo
que ja é o amanhã.
e o futuro
que está neste verso.
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